sábado, 4 de junho de 2011
sábado, 8 de maio de 2010
Venho alertar aos portugueses
O que é português é bom, não será totalmente assim, mas temos muita coisa boa,
vamos descobrir isto juntos, e na vez de negar-mos o que é nosso ...
Vamos melhorar juntos e apoiar consumindo.
Realmente é necessário ajudar o mundo,
mas primeiro está a nossa casa... acredito nisto.
Obrigada
Rosa Leitão
quarta-feira, 1 de julho de 2009
O mundo hoje pode parar
Poema de Rosa Leitão
Não sei porque não vejo o mundo. da mesma forma todos os dias, hoje abri a janela e vi o mundo,
não era igual ao mundo de ontem, vou contar o que vi da minha janela onde irradiava o sol:
Vi céu azul
Sol a brilhar
Andorinhas a esvoaçar
Borboletas dançantes
Abelhas a sugar nectares
Flores de todas as cores
Sorrisos largos
Passos leves e seguros
Amor a passar
Crianças a brincar
Namorados a sonhar
Casais que se queriam beijar
Brisa fresca na minha cara
Esmeralda pedra rara
Dois velhos a olhar
O mundo hoje pode parar
De rodar e assim parado
O dia de hoje continuar
Com um sorriso alvo e belo
Com palavras bonitas
Saídas de sonhos, mas ditas
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Pablo de Neruda
A minha casa na aldeia
Morre lentamente
Morre lentamente quem não viaja; quem não lê; quem não houve música; quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, quem não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um remoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos sem bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás dum sonho, quem não permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou chuva incessante.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar
“Pablo Neruda
Morre lentamente
Morre lentamente quem não viaja; quem não lê; quem não houve música; quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, quem não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um remoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos sem bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás dum sonho, quem não permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou chuva incessante.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar
“Pablo Neruda
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Internet a nova tecnologia
Artigo para o Blogue no âmbito da Formação Cultura, Língua e Comunicação
Formadora: Dra. Carla Laranjeira
Reflectindo sobre:
O artigo “Internet, a nova Sociedade da Informação” com exploração para o Módulo de CLC_5
A Internet é sem dúvida alguma, o fenómeno da tecnologia mais útil do fim do séc. XX e séc. XXI.
Os livros têm algo de afectivo, existe um gosto no toque, no cheiro do livro novo e ao mesmo tempo no cheiro do livro envelhecido, a ilustração é arte, o prazer da sua companhia é algo de belo e ao mesmo tempo estranho, um objecto ser companhia de alguém… mas não existem dúvidas, que assim o é. Um livro é um amigo que dá prazer, dá saber, é o refúgio das pessoas que estão sós, e é um amigo que quando temos necessidade nos viramos para ele, e nunca se cansa, nem se satura da nossa solidão do nosso azedume e é fiel.
Não sei, que seria do mundo sem o livro é insubstituível. Tal como as tecnologias o são, cada qual com a sua função, as tecnologias no sentido da utilidade e o livro no dos afectos, jamais se misturam, o mundo será melhor com os dois, não sobrevive sem eles.
Não sinto como que seja ”a máquina tecnologicamente mais eficiente que o homem jamais inventou” in Herman Norton Frye (1912-1991), crítico literário. É preciso recuar no tempo para perceber que não havia esta sociedade da tecnologia tal como a temos hoje, nem esta teia de informação virtual. Mesmo em sentido figurativo porque o é, acho um exagero porque um livro é uma fonte infinita de transmissão de saberes e de comunicação, mas não tecnologicamente eficiente. Um livro está mais perto do coração que as máquinas, sejam lá quais forem, no meu ponto de vista.
Máquinas são máquinas, que seria de nós sem elas, nos dias de hoje, todo o mundo ficaria louco.
A Internet traz-nos tudo a casa, esta teia é fascinante, a forma como tudo está coordenado, a forma como chega até nós, a democratização deste meio é de uma importância infinita.
“Trata-se de um programa da missão da NASA em Marte, sendo o seu objectivo, numa primeira fase, estabelecer uma rede entre Terra e Marte. No futuro, o sistema permitirá a existência de redes no espaço, interligando robôs satélites e veículos espaciais” In artigo de CLC_5. Isto sim é a máquina tecnologicamente mais eficiente que o homem já inventou.
O crítico literário Herman Northorp Frye não chegou até aqui para ver, que não é bem assim, não sentiu a democratização da Internet, e a história é mesmo assim, constrói-se todos os dias.
Para mim o livro é a máquina mais afectiva, mais cheirosa e aquela que me percepciona no meu tacto um prazer muito especial.
10 de Maio de 2009
Formação:
Técnica de Acção Educativa
Formadora: Dra. Carla Laranjeira
Reflectindo sobre:
O artigo “Internet, a nova Sociedade da Informação” com exploração para o Módulo de CLC_5
A Internet é sem dúvida alguma, o fenómeno da tecnologia mais útil do fim do séc. XX e séc. XXI.
Os livros têm algo de afectivo, existe um gosto no toque, no cheiro do livro novo e ao mesmo tempo no cheiro do livro envelhecido, a ilustração é arte, o prazer da sua companhia é algo de belo e ao mesmo tempo estranho, um objecto ser companhia de alguém… mas não existem dúvidas, que assim o é. Um livro é um amigo que dá prazer, dá saber, é o refúgio das pessoas que estão sós, e é um amigo que quando temos necessidade nos viramos para ele, e nunca se cansa, nem se satura da nossa solidão do nosso azedume e é fiel.
Não sei, que seria do mundo sem o livro é insubstituível. Tal como as tecnologias o são, cada qual com a sua função, as tecnologias no sentido da utilidade e o livro no dos afectos, jamais se misturam, o mundo será melhor com os dois, não sobrevive sem eles.
Não sinto como que seja ”a máquina tecnologicamente mais eficiente que o homem jamais inventou” in Herman Norton Frye (1912-1991), crítico literário. É preciso recuar no tempo para perceber que não havia esta sociedade da tecnologia tal como a temos hoje, nem esta teia de informação virtual. Mesmo em sentido figurativo porque o é, acho um exagero porque um livro é uma fonte infinita de transmissão de saberes e de comunicação, mas não tecnologicamente eficiente. Um livro está mais perto do coração que as máquinas, sejam lá quais forem, no meu ponto de vista.
Máquinas são máquinas, que seria de nós sem elas, nos dias de hoje, todo o mundo ficaria louco.
A Internet traz-nos tudo a casa, esta teia é fascinante, a forma como tudo está coordenado, a forma como chega até nós, a democratização deste meio é de uma importância infinita.
“Trata-se de um programa da missão da NASA em Marte, sendo o seu objectivo, numa primeira fase, estabelecer uma rede entre Terra e Marte. No futuro, o sistema permitirá a existência de redes no espaço, interligando robôs satélites e veículos espaciais” In artigo de CLC_5. Isto sim é a máquina tecnologicamente mais eficiente que o homem já inventou.
O crítico literário Herman Northorp Frye não chegou até aqui para ver, que não é bem assim, não sentiu a democratização da Internet, e a história é mesmo assim, constrói-se todos os dias.
Para mim o livro é a máquina mais afectiva, mais cheirosa e aquela que me percepciona no meu tacto um prazer muito especial.
10 de Maio de 2009
Formação:
Técnica de Acção Educativa
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